sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Instituto de Música - M S



Aulas de Violão, Ukulele, Gaita, Guitarra, Contrabaixo, Canto e técnica vocal, Bateria, Teclado e Teoria musical
A Music Station possui professores graduados e pós-graduados, todos preparados para a melhor formação dos alunos. Com aulas dinâmicas e divertidas, os alunos começam a aprender o instrumento com músicas escolhidas por eles para que o aprendizado seja mais fácil e prazeroso. Os conhecimentos teóricos são aplicados com uma metodologia de fácil assimilição, facilitando o aprendizado.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Fonação


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
fonação é o trabalho muscular realizado para emitir sons inteligíveis, isto é, para que exista a comunicação oral. O grande objetivo da fonação é a articulação de palavras, através do processo pelo qual se modifica a corrente de ar procedente dos pulmões e dalaringe nas cavidades supraglóticas como consequência das mudanças de volume e de forma destas cavidades.
O conjunto das cavidades supraglóticas podem se dividir em três partes: a faringe, a cavidade bucal e a cavidade nasal.
O sistema fonético vincula-se com outros sistemas. A interação destes é parte ativa na função fonética, que é regulada pelo sistema nervoso central e periférico.


Contratenor


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Contratenor é um cantor masculino que canta, utilizando falsete (ou até voz modal em casos raros) , numa tessitura correspondente ou cujo alcance vocal é equivalente à da contralto ou mezzo-soprano. O contratenor não é um castrato igualar, nem no som, nem no alcance vocal. Vale também realçar que falsete quer dizer 'falso', ou seja, é um som que um cantor treinado emite através do controle e não da voz natural, porque fisiologicamente, homens não podem emitir o mesmo som que cantoras.
A voz de contratenor teve um ressurgimento massivo em popularidade na segunda metade do séc. XX, parcialmente devido a pioneiros como Alfred Deller e pelo aumento de popularidade da ópera Barroca, e a necessidade de cantores para substituir os castratinas óperas. Hoje, contratenores são muito procurados em muitas formas de música clássica. Na ópera, muitos papéis originalmente escritos para castrati são agora cantados e gravados por contratenores, assim como alguns in travestir originalmente escrito para cantoras. A primeira categoria é muito mais numerosos, como Orfeo em Orfeo ed Euridice[1] . Este é também o caso das várias primeiras óperas de Mozart, incluindo Amintas em Il re pastore e Cecilio em Lucio Silla. Muitos compositores modernos escreveram e continuam a escrever, personagens para contratenor, tanto em obras corais e ópera, bem como canções e músicas para a voz. Grupos corais masculinos como Chantecler e The King's Singers usam a voz com grande efeito em uma variedade de gêneros, incluindo música antiga, gospel e até músicas folclóricas. Outras peças de ópera recentes escritos para a voz contratenor incluem Edgar em Lear (1978), o papel-título de Akhnaten (1983), Claire em The Maids (1998), o refugiado em Flight (1998), Trinculo em The Tempest (2004), o menino na Written on Skin (2012) e vários outros.
Kurt Hummel, personagem de Glee interpretado por Chris Colfer é um contratenor e na 5 ª temporada, episódio 19, usa esse termo em referência a si mesmo. Um tipo especifico de contratenor é Sopranista, através de falsete ou anamolia vocal, pode cantar na mesma faixa que uma soprano.

Índice
  
·         1História
·         2Personagens
·         3Notas
·         4Referências
·         5Ligações externas
História
No início da polifonia, a voz de contratenor era uma parte menos melódica em contraponto com a do tenor e superius. Era escrito quase que na mesma extensão de um tenor. No século 15, o contratenor foi dividido em contratenor altus e contratenor bassus(contratenor alto e contratenor baixo), que estavam respectivamente acima e abaixo da voz de tenor. Já no século 16, entretanto, o termo se tornou obsoleto já que o Latim perdeu a sua popularidade. Na Itália, o contratenor alto se tornou simplesmente 'alto;[2] naFrançahaute-contre; na Inglaterracountertenor; mas estes termos veio a significar fenômenos muito diferentes um do outro.
Inicialmente os contratenores permaneceram no nicho da música vocal sacra, porque as mulheres não tinham permissão para cantar nos cultos das igrejas. Entretanto, eles nunca foram recebidos na ópera até meados do século XX, e foram logo substituídos por castrati geralmente também na música sacra.[3] Handel excepcionalmente escreveu papeis específicos para contratenores, mas quase exclusivamente no oratório. Como resultado, nos séculos XVIII e XIX, a voz de contratenor era encontratada apenas naInglaterra, nos coros das catedrais anglicanas de Cantuária e de São Paulo (Londres),[4] e na música coral profana do gênero chamado "glee".[5]
O ícone mais visível do redescobrimento dos contratenores no século XX foi Alfred Deller, um cantor inglês e campeão de performances autenticamente renascentistas. Deller inicialmente chamava a si mesmo de "alto", mas seu colaborador Michael Tippettrecomendou o termo arcaico "countertenor" para descrever sua voz. Por volta de 1950 e 60, seu grupo, o Deller Consort, conseguiu aumentar o interesse (e a apreciação) pelo Renascimento e a música BarrocaBenjamin Britten escreveu o papel de Oberon em sua ópera Sonhos de uma noite de verão para ele. Deller foi o primeiro contratenor da era moderna a conseguir tanto prestígio, mas ele não seria o último. Russell Oberlin foi a contraparte americana de Deller, e também outro pioneiro da música renascentista. O sucesso de Oberlin foi inteiramente sem precedentes em um país que tinha visto pouco exposição para qualquer coisa antes de Bach, e assim, o caminho para a próximo geração de contratenores foi pavimentado.
Personagens
·         Oberon, em Sonhos de uma noite de verão, de Benjamin Britten;
·         Voz de Apolo, em Morte em Veneza, de Benjamin Britten.
Notas
1.    Ir para cima Stark, James (2003), Bel Canto: Uma História da Pedagogia Vocal
2.    Ir para cima Owen Jander, J.B. Steane, Elisabeth Forbes, Contralto, em Stanley Sadie, op. cit., I, pp. 933-935.
3.    Ir para cima Caruselli, I, artigo: castrato, p. 247 et seq.
4.    Ir para cima Caruselli, II, artigo: falsettista, p. 438.

5.    Ir para cima Caruselli, I, artigo: controtenore, p. 298.

Voz humana


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

.
,
espectrograma da voz humana revela seu rico conteúdo harmônico.
voz humana consiste no som produzido pelo ser humano usando suas cordas vocais para falarcantar, gargalhar, chorargritar, etc. Sua frequência varia entre 50 e 3400 Hz. De modo geral, o mecanismo para gerar a voz humana pode ser subdividido em três partes: os pulmões, as pregas vocais dentro da laringe e os articuladores - lábioslínguadentespalato duro, véu palatar e mandíbula. O pulmão produz um fluxo de ar, que funciona como um combustível para a voz, que é expulso pelo diafragma e passa para as pregas vocais, que vibram e transformam esse ar em pulsos sonoros, formadores da fonte de som da laríngeo. Os músculos da laringe ajustam a duração e a tensão das pregas vocais para adequar a altura e o tom. Os articuladores articulam e filtram o som emanado pela laringe e até certo ponto podem interagir com o fluxo de ar para fortalecê-lo ou enfraquecê-lo como a fonte do som.
As pregas vocais, juntamente com os articuladores, são capazes de produzir sons altamente intrincados. O tom da voz pode ser modificado para sugerir emoções como raivasurpresa e felicidadeCantoresusam a voz humana como um instrumento para criar música.
Índice
  
·         1Produção
·         2Voz e comunicação
·         3Eufonia e disfonia
·         4Timbre
·         5Frequência
·         6Ligações externas
Produção
A voz é produzida quando o ar respiratório (vindo dos pulmões) passa pelas pregas vocais, e por nosso comando neural, por meio de ajustes musculares, faz pressões de diferentes graus na região abaixo das pregas vocais, fazendo-as vibrarem. Esse mecanismo se assemelha ao balão, quando o secamos apertando sua "boca", provocando um ruído agudo, fruto da vibração da borracha.
O ar expiratório, que fez as pregas vocais vibrarem, vai sendo modificado e os sons vão sendo articulados (vogais e consoantes). Depois, emitidos pela boca, criam a onda sonora que vai atingir a cóclea do ouvinte. Então a voz é ouvida.
As pregas vocais vibram muito rapidamente. Nos homens, esse número de ciclos vibratórios fica em torno de 125 vezes em um segundo. Na mulher, que tem voz, geralmente, mais aguda, o número aumenta para 250 vezes por segundo. A essa característica damos o nome de frequência. As pregas vocais do homem têm mais massa e são menos esticadas que as da mulher (como no violão, as cordas mais esticadas são mais agudas e vibram mais que as cordas mais graves).
Voz e comunicação
A voz é uma característica humana intimamente relacionada com a necessidade do homem de se agrupar e se comunicar. Ela é produto da sua evolução, um trabalho em conjunto do sistema nervosorespiratório e digestivo, e de músculosligamentos e ossos, atuando harmoniosamente para que se possa obter uma emissão eficiente. As pregas vocais (ou cordas vocais), primordialmente, não foram feitas para o uso da voz. Esta foi uma função na qual a laringe (local onde se encontram as pregas vocais) se especializou, mas estes músculos foram desenvolvidos, em primeiro lugar, para as funções de respiração, alimentação e esfincteriana.
A voz está associada à fala, na realização da comunicação verbal, e pode variar quanto à intensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras características.
Eufonia e disfonia
À emissão de uma voz saudável damos o nome de eufonia. A uma voz doente, ou seja, com uma ou mais de suas características alterada, damos o nome de disfonia. A disfonia pode ser orgânica, funcional ou mista (orgânica-funcional). Ela não é uma doença, mas o sintoma, uma manifestação de um mau funcionamento de um dos sistemas ou estruturas que atuam na produção da voz.
A disfonia pode ser tratada. O profissional habilitado e responsável pela intervenção das disfonias é o fonoaudiólogo, e geralmente este profissional trabalha em conjunto (no caso da voz) com o otorrinolaringologista ou o laringologista. Pode, ainda, trabalhar com o professor de canto. A voz sofre muita influência de hormônios e de nossas emoções. É comum ouvir pessoas que estão muito tristes ou nervosas, roucas. A rouquidão é um tipo de disfonia.
A incapacidade de produzir a voz é chamada de afonia.
Timbre
timbre da voz humana depende das várias cavidades que vibram em ressonância com as pregas vocais. Aí se incluem as cavidades ósseas, cavidades nasais, a boca, a garganta, a traqueia e os pulmões, bem como a própria laringe.
Frequência
A mais baixa frequência que pode dar a audibilidade a um ser humano é mais ou menos a de 20 hertz (vibrações por segundo), enquanto a mais alta se encontra entre 10.000 e 20.000 hertz, o que depende da idade do ouvinte (quanto mais idoso menores as frequências máximas ouvidas). A frequência comum de um piano é de 40 a 4.000 hertz e a da voz humana se encontra entre 50 e 3.400 hertz.
O recorde de registro (tessitura) de voz mais alta pertence a Georgia Brown, que possui o registro de exatas oito oitavas (G2 à G10), o que é mais alto do que qualquer nota de piano.


Voz absoluta

Voz absoluta
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Vozes absolutas são vozes de cantores excepcionais que ultrapassam três oitavas.
Entre algumas vozes classificadas como tal, estão:
Yma Sumac, que abarcava registro do barítono ao soprano ultra leggero, emitindo do Db1 ao C#6, possuía um timbre excepcional.[1]
O baixo Ivan Rebroff que possui quatro oitavas emitindo desde o F-1 ao F4, usando falsete na região mais aguda.[2]
Maior extensão vocal
A maior extensão vocal humana pertence a Tim Storms (USA) que atinge dez oitavas, de G/G#-5 a G/G#5 (0.7973 Hz - 807.3 Hz), recorde atingido em 01/08/2008.[3]
Nota vocal mais aguda
A nota vocal mais aguda atingida por um ser humano é G10 por Georgia Brown (Brasil); é inaudível ao ouvido humano e somente captada por ressonadores.[4]
No repertório clássico a nota mais aguda para um soprano é um G5 na obra I Popoli di Tessaglia, de Mozart.
Nota vocal mais grave
A nota vocal mais grave atingida por um ser humano é o F#-6 (0.393 Hz) por Roger Menees (USA), recorde atingido em 11/02/2010.[5]
No repertório clássico a nota mais grave é um D1 na ária de Osmim, em Rapto do Serralho, de Mozart.
Feminino - maior extensão vocal
A maior extensão vocal feminina pertence a Georgia Brown (Brasil) que atinge 8 oitavas, de G2 a G10, recorde atingido em 18/08/2004.[4]
Feminino - nota vocal mais aguda
A nota vocal mais aguda atingida por uma mulher é G10 (inaudível ao ouvido humano) por Georgia Brown (Brasil).[4]
Masculino - maior extensão vocal
A maior extensão vocal masculina pertence a Tim Storms (USA) atingindo dez oitavas, de G/G#-5 a G/G#5 (0.7973 Hz - 807.3 Hz), recorde atingido em 01/08/2008.[3]
Masculino - nota vocal mais aguda
A nota vocal mais aguda atingida por um homem é o Eb8 por Adam Lopez (Australia), recorde atingido em 04/06/2005.[6]
Masculino - nota vocal mais grave
A nota vocal mais grave atingida por um homem é o F#-6 (0.393 Hz) por Roger Menees (USA), recorde atingido em 11/02/2010.[5]


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Como ler as Cifras


Maiores
Menores
Aumentados
Diminutos
C = Dó maior
Cm = Dó menor
C+ = Dó aumentado
C° = Dó diminuto
D = Ré maior
Dm = Ré menor
D+ = Ré aumentado
D° = Ré diminuto
E = Mi maior
Em = Mi menor
E+ = Mi aumentado
E° = Mi diminuto
F = Fá maior
Fm = Fá menor
F+ = Fá aumentado
F° = Fá diminuto
G = Sol maior
Gm = Sol menor
G+ = Sol aumentado
G° = Sol diminuto
A = Lá maior
Am = Lá menor
A+ = Lá aumentado
A° = Lá diminuto
B = Si maior
Bm = Si menor
B+ = Si aumentado
B° = Si diminuto

Cifras

Outra maneira de notar os acordes é através da cifra, ou notação anglo-saxônica. Nela, os nomes dos acordes são identificados pelas primeiras oito letras do alfabeto, a começar pelo acorde de fundamental lá, que recebeu a denominação A. Para a indicação de acordes menores, faz-se o uso da letra m minúscula após a letra denominativa. No caso do acorde ser diminuto ou aumentado, os símbolos dim, 5° ou 5 dim, no caso dos diminutos, e +, +5 e 5 aum são empregados para os aumentados. Para novas notas acrescentadas ao acorde, coloca-se o número equivalente ao intervalo entre esta nota e a fundamental do acorde, como, por exemplo, o número 7 indicará um acorde com 7ª. Ainda, a depender do intervalo, caso ele seja menor, acrescenta-se um sinal de - antes do número (-7 é a cifra para 7ª menor) ou + para os casos de intervalos aumentados.
Lá = A
Si = B
Dó = C
Ré = D
Mi = E
Fá = F
Sol = G
Am = lá menor
G7 = Sol maior com sétima
C7M = dó maior com sétima maior
Dm5+ = ré menor com quinta aumentada

Intervalos Fábio Moscatello

Nota
Intervalos
Distancia/Tom
       
        C

                       TÔNICA

              0

     C#

                       2º  menor

           0,5 Tom

      D

                       2º Maior

            1 Tom

    D#

                       3º menor

          1,5 Tom

      E

                       3º Maior

            2 Tom  

      F

                       4º Justa

           2,5 Tom 

     F#

                       4º Aumentada

           3 Tom 

      F#

                                  5º Diminuto

           3 Tom 

      G

                       5º Justa

           3,5 Tom 

     G#

                      5º Aumentada

            4 Tom 

     G#

                         6º menor

            4 Tom 

      A

                         6º Maior

           4,5Tom 

     A#

                        7º menor

            5 Tom 

      B

                         7º  Maior

           5,5 Tom 

      C

                        8º Oitava

            6 Tom 







Numeros
Nomes
Simbolos

1-

menor

           m ou b

2-

Maior

                M ou +

3-

Justa

                J

4-

Aumentada

             #

5-

 Meio Diminuto

                     http://1.bp.blogspot.com/-D4yThsEy9-g/Ty_mdfKhx9I/AAAAAAAAA7g/5bJTo_CmkDI/s1600/exemplo.jpg

6-

Diminuto

               O 



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